Transtorno bipolar: transtorno mental que mais causa suicídios

Cercado de muito preconceito, o transtorno bipolar é um dos problemas psíquicos mais difíceis de serem diagnosticados. Para conviver com ele, a informação é a chave para derrubar as barreiras.

Um dos grandes obstáculos para que sofre de problemas psíquicos é o preconceito. Não é incomum quadros depressivos serem considerados como “frescura” ou até mesmo “falta do que fazer”. Quem já foi vítima de situações parecidas sabe como isso é dolorido e agrava o problema.
O transtorno bipolar (TB) talvez seja a patologia que mais sofra preconceitos, devido às profundas oscilações de humor, sujeitas a serem mal interpretadas sempre.
Estima-se que 1,5% da população mundial sofra de bipolaridade, embora boa parte não seja diagnosticada.
Por isso, é muito importante entender a gravidade do problema, pois alguém de seu convívio pode estar sofrendo muito com isso.

Alto astral x baixo astral

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A principal característica do transtorno bipolar, em outros tempos chamados de psicose maníaco-depressiva, é a alternância de episódios e estados de euforia e depressão, com intensidade e frequência variável. Ou seja, a pessoa pode estar extremamente eufórica e disposta a tudo em um dia  ou período e a seguir mostrar-se depressiva, melancólica.
A presença de sintomas psicóticos (perda da noção de realidade, com ou sem alucinações) pode ser um indicativo da gravidade do problema.
O transtorno bipolar é uma doença crônica, ou seja, pode ser apenas controlado, não tem uma cura total.

Mas é preciso tomar cuidado para não confundir alterações normais de humor, algo bastante comum, com TB. Não há nada de anormal em pessoas que demonstram suas emoções de forma intensa, sejam elas positivas ou negativas.
“Todos nós temos oscilações de humor, a diferença entre as pessoas que possuem o transtorno bipolar é que esses quadros são mais extremos e duradouros do que aquelas mudanças vividas pelas demais pessoas”, destaca o psicólogo Yuri Busin.

Euforia

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Talvez o estado de euforia seja o lado mais perigoso do transtorno bipolar. Em geral não se associa esses episódios a algum problema psíquico, ao contrário do que acontece com a melancolia quando se percebe facilmente que a pessoa não está bem.
Durante a euforia (ou mania, termo empregado na psiquiatria para se referir a estados exaltados de humor) o indivíduo apresenta sinais como sentimentos de grandiosidade, em que sente-se uma pessoa muito importante, inatingível e capaz de encarar grandes desafios.
“O paciente fica com a autoestima inflada, tem a necessidade de sono diminuída, fala excessivamente e, muitas vezes, não consegue sequer concluir uma ideia.
Além disso, há um aumento de atividades prazerosas que causam alguma consequência dolorosa (como compras excessivas, investimentos tolos) e pode haver perda da inibição social”, explica Yuri.

Tal estado pode ser realmente prazeroso e fazer com que a pessoa não queira se tratar, especialmente aquelas em que eles se repetem com mais frequência do que os episódios depressivos.

Melancolia

Os principais e mais facilmente identificáveis sintomas do humor depressivos (seja em quem é bipolar ou não) são: angústia, desânimo, tristeza, sentimento de vazio e negatividade. Mas nem sempre quem tem TB manifesta tais sintomas quando passa por um episódio depressivo.
Dependendo de vários fatores, como personalidade e ambiente, a depressão pode ser somatizada em cefaleias,  dores de estômago, tonturas, falta de apetite, extrema sonolência ou insônia, etc.

Quando essas alterações de humor passarem a ser notáveis, deve-se desconfiar de TB. “Se os sintomas permanecerem pelo menos por uma semana e forem de um extremo  a outro com grande intensidade e durabilidade deve-se procurar um profissional qualificado”, aconselha o psicólogo.
Isso se torna ainda mais evidente quando se sabe que o TB pode não estar isolado.
São as chamadas comorbidades, em que os pacientes apresentam sintomas de mais de um transtorno, por exemplo: transtorno desafiante, transtorno desafiador opositivo (TDO) ou transtorno de conduta (TC), entre outros”, acrescenta Busin.
Com isso, o diagnóstico ´pode levar anos.

Comorbidades

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Transtorno bipolar: transtorno mental que mais causa suicídios Estima-se que entre 20% e 33% dos pacientes com diagnóstico de TB sofram também de transtorno do pânico, sendo que entre pacientes com depressão unipolar essa taxa é de cerca de 10%. Alguns estudos apontam ainda que o risco de bipolares apresentarem o pânico é 1,8 vez maior do que os depressivos unipolares.

Transtorno bipolar: transtorno mental que mais causa suicídios Outros estudos demonstraram que 21% dos pacientes com TB apresentaram transtorno obsessivo compulsivo (TOC), um índice elevado  se comparado aos 12,2% de pacientes com depressão unipolar.
Além disso, há evidências de que os sintomas de TOC variam entre os bipolares, podendo desaparecer nos períodos de euforia e reaparecer em episódios depressivos.

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Transtorno bipolar: transtorno mental que mais causa suicídios Cerca de 47% dos pacientes com TB sofrem também de fobia social, um problema que atinge por volta de 13% da população em geral e se caracteriza pela dificuldade de relacionamentos sociais.

O transtorno bipolar é progressivo e leva à perda da função de neurônios, segundo novos estudos, liderados por pesquisadores brasileiros.
 A doença, caracterizada pela alternância entre depressão e euforia (mania, como os médicos dizem), atinge 2,2% da população: são 4,2 milhões de brasileiros, segundo estimativa da Associação Brasileira de Psiquiatria.

Crises bipolares não têm nada a ver com as mudanças de humor da pessoa “de lua”, que passa uma manhã agitada ou se irrita facilmente. Um episódio de mania pode durar dias ou semanas e levar a alteração do sono, perda do senso crítico e comportamentos compulsivos como comprar demais ou consumir álcool e drogas.
 Como tantos outros nomes de patologias, a expressão “bipolar” é usada fora do contexto médico.
“Há um entendimento errado da bipolaridade.
É uma doença muito grave, com uma série de sintomas.
Mudar de humor rapidamente não faz o diagnóstico”, diz o psiquiatra Beny Lafer, coordenador do Programa de Transtorno Bipolar do Hospital das Clínicas de São Paulo.

Banalização

A bipolaridade é a doença mental que mais mata por suicídio: cerca de 15% dos doentes se matam. Os pacientes têm um risco 28 vezes maior de apresentar comportamento suicida do que o resto da população e até metade dos doentes tenta se matar, mostram levantamentos.
 “A expectativa de vida de homens bipolares é 13 anos menor e de mulheres bipolares é 12 anos menor do que a da população em geral, segundo um estudo dinamarquês.
A expectativa de vida do bipolar é comparável à do esquizofrênico”, diz o psiquiatra Fábio Gomes de Matos e Souza, professor e também pesquisador da Universidade Federal do Ceará.

Considerando a gravidade, os médicos todos criticam a popularização do termo. “É banalizar a doença. Estar triste é uma coisa, estar deprimido e não conseguir sair de casa é outra”, diz a psiquiatra Ângela Scippa, presidente da Associação Brasileira de Transtorno Bipolar.
 De acordo com as últimas descobertas científicas, as crises de euforia e depressão são tóxicas ao cérebro.

Enxurrada no cérebro

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O grupo do psiquiatra Flávio Kapczinski, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, é referência na área e publicou artigos em novembro e dezembro/2012 nas revistas Translational Psychiatry e Current Psychiatry Reports.
 “Assim como o organismo do diabético sofre com os picos de glicemia, o cérebro de quem tem transtorno bipolar não controlado sofre com o excesso de neurotransmissores”, diz Kapczinski.

As crises são acompanhadas da descarga de substâncias como dopamina e glutamato. Na tentativa de controlar o incêndio, o organismo manda para a região células protetoras.

“Essas células produzem inflamação, causando a perda de conexões entre neurônios. São os achados mais recentes, nem estão publicados ainda”, adianta. Após cinco episódios do transtorno perde-se 10% do hipocampo, área responsável pela memória, estima o psiquiatra Matos e Souza.
 A médio prazo, a doença fica mais grave e as crises, frequentes e fortes.
O doente responde cada vez menos à medicação.
“Ele passa a ter problemas de memória, planejamento e concentração, funções ligadas à parte frontal do cérebro”, diz Kapczinski.

Tipos de transtorno bipolar

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Transtorno bipolar do tipo I: as pessoas com este transtorno apresentam pelo menos um episódio maníaco e períodos de depressão profunda. Antigamente, o transtorno bipolar do tipo I era chamado de depressão maníaca.
 O portador do distúrbio apresenta períodos de mania, que duram, no mínimo, sete dias, e fases de humor deprimido, que se estendem de duas semanas a vários meses.
Tanto na mania quanto na depressão, os sintomas são intensos e provocam profundas mudanças comportamentais e de conduta, que podem comprometer não só os relacionamentos familiares, afetivos e sociais, como também o desempenho profissional, a posição econômica e a segurança do paciente e das pessoas que com ele convivem.
O quadro pode ser grave a ponto de exigir internação hospitalar por causa do risco aumentado de suicídios e da incidência de complicações psiquiátricas.

Transtorno bipolar do tipo II: nunca apresentaram episódios maníacos completos. Em vez disso, elas apresentam períodos de níveis elevados de energia e impulsividade que não são tão intensos como os da mania (chamado de hipomania). Esses episódios se alternam com episódios de depressão.
 Há uma alternância entre os episódios de depressão e os de hipomania (estado mais leve de euforia, excitação, otimismo e, às vezes, de agressividade), sem prejuízo maior para o comportamento e as atividades do portador.

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Transtorno bipolar não especificado ou misto: Os sintomas sugerem o diagnóstico de transtorno bipolar, mas não são suficientes nem em número nem no tempo de duração para classificar a doença em um dos dois tipos anteriores.

Transtorno ciclotímico: É o quadro mais leve do transtorno bipolar, marcado por oscilações crônicas do humor, que podem ocorrer até no mesmo dia. O paciente alterna sintomas de hipomania e de depressão leve que, muitas vezes, são entendidos como próprios de um temperamento instável ou irresponsável.
As pessoas com transtorno bipolar do tipo II ou ciclotimia podem ser diagnosticadas incorretamente como tendo apenas depressão.

Para a maioria das pessoas com transtorno bipolar, não existe uma causa evidente para os episódios maníacos ou depressivos.
A seguir estão os possíveis desencadeadores de um episódio de mania em pessoas com transtorno bipolar:

  • Mudanças na vida, como o nascimento de um bebê
  • Medicamentos, como antidepressivos ou esteroides
  • Períodos de insônia
  • Uso de drogas recreativas

Diagnóstico

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Vários fatores estão envolvidos no diagnóstico do transtorno bipolar. O médico pode usar todas ou algumas das opções abaixo:

  • Perguntar sobre seu histórico médico familiar, se alguém na família tem ou já teve transtorno bipolar.
  • Perguntar sobre suas oscilações de humor recentes e há quanto tempo você apresenta esse tipo de alteração
  • Realizar um exame completo para identificar doenças que podem estar causando os sintomas.
  • Solicitar exames laboratoriais para verificar a ocorrência de problemas na tireoide ou níveis toxicológicos.
  • Conversar com os familiares sobre o seu comportamento.
  • Fazer um histórico médico, incluindo todos os seus problemas médicos e os medicamentos usados.
  • Observar seu comportamento e humor.

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Observação: o uso de drogas pode causar alguns dos sintomas. Entretanto, isso não descarta o transtorno bipolar. O próprio abuso de drogas pode ser um sintoma do transtorno bipolar.

Os primeiros surtos de transtorno bipolar surgem como crises de depressão em 60% dos casos, daí a dificuldade no diagnóstico. O transtorno aparece, em geral, até os 25 anos. Quando a doença se manifesta como mania, os sintomas são confundidos com os de esquizofrenia (megalomania, alucinações).
“O diagnóstico leva até dez anos”, afirma Helena Calil, psiquiatra e professora da Unifesp.
 A dificuldade de determinar a doença é comum entre os transtornos mentais, lembra Jair Soares, psiquiatra brasileiro e pesquisador na Universidade do Texas em Houston (EUA).
 Não há um marcador biológico que possa ser medido em um teste.
“Dependemos do diagnóstico clínico, da descrição dos sintomas pelo paciente”, completa Soares.

A avaliação clínica não consegue diferenciar uma depressão bipolar de outras. “O tratamento com antidepressivo puro pode agravar a doença. É um risco. Às vezes, só assim para descobrir”, diz a psiquiatra Ângela Scippa. Os casos mais complexos envolvem crises de hipomania, uma mania leve que pode aparecer como ciúme ou irritabilidade.
Sentimentos normais que, no bipolar, são exagerados e causam prejuízos à vida – essa é a fronteira entre normal e patológico.
 O alerta deve vir quando a família se queixa de instabilidade: a pessoa mostra alterações visíveis e fases de normalidade.
Outros sinais são: histórico familiar (80% dos casos são hereditários), alterações no sono e uso de álcool e drogas (metade dos bipolares é dependente).

Hipomania leve

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Antes, o transtorno bipolar era conhecido como psicose maníaco-depressiva e incluía casos mais graves. Agora, se discute se pessoas com depressão e hipomania leve (irritadas, ciumentas demais) devem ser tratadas como bipolares – metade dos que sofrem de depressão se enquadra no perfil. Ou seja, 10% da população.
 “Já há evidências científicas para isso”, defende o psiquiatra Teng Chei Tung, do Hospital das Clínicas da USP.
 Para Soares, se a caracterização for expandida demais, corre o risco de abarcar gente que não se beneficiará com o tratamento.
“Será que vamos tratar pacientes que, em vez de melhorar, vão piorar?”, diz.
 A psicoterapia aumenta a adesão ao tratamento com remédios e ajuda a pessoa a conhecer os gatilhos das crises.
“É importante, mas complementar”, diz Leandro Malloy-Diniz, psicólogo e presidente da Sociedade Brasileira de Neuropsicologia.

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Tratamento

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Como é comum em diversas patologias psíquicas, a combinação de terapia e medicamentos psiquiátricos é a melhor maneira de tratar o problema.
Atualmente, o tratamento consiste na junção da psicologia e da psiquiatria, em que a terapia irá ajudar a pessoa a entender e controlar sua oscilações; enquanto o tratamento psiquiátrico irá ajudar pela forma medicamentosa, estabilizando o humor do paciente”, esclarece Yuri.

Em geral, o tratamento começa com medicamentos e os mais empregados são o lítio e anticonvulsivantes como o valproato e a carbamazepina. No entanto, estudos recentes têm questionado a eficiência do lítio, especialmente aos efeitos adversos.
Constatou-se que durante a fase de manutenção com o lítio, 17% dos pacientes bipolares tiveram uma recaída no primeiro ano, 48% após três anos e 63%, após cinco anos.
Por isso, médico e paciente devem discutir e ficar atentos à evolução da medicação.

O uso de antipsicóticos também pode ser necessário, especialmente nas crises mais agudas. Em relação às psicoterapias, existem diversas abordagens que podem ser empregadas no tratamento do TB. As mais comuns são:

Psicoeducação: Tem como principal objetivo informar o paciente sobre a natureza e o tratamento do transtorno, para que ele possa compreender e lidar melhor com a sua doença.

Terapia cognitivo-comportamental (TCC): Também procura conscientizar o bipolar sobre seu problema, facilitando o monitoramento dos sintomas, a aceitação e a cooperação no tratamento, além de oferecer técnicas não-farmacológicas para lidar com o transtorno, ajudar o paciente a enfrentar fatores estressantes que interferem no tratamento, estimular a aceitação da doença, aumentar o efeito protetor da família e diminuir o trauma e o estigma associado à doença.

Terapia interpessoal e de ritmo social (TIP/RS): Desenvolvida a partir de observações de que parte dos pacientes com transtorno bipolar apresentam menos oscilações de humor quando há estabilidade nas suas atividades diárias e na vida social, a TIP/RS tem como objetivo regularizar e padronizar o cotidiano do paciente, bem como ajudá-lo a lidar com problemas interpessoais que afetam seu humor e sua estabilidade afetiva.

Terapia familiar e conjugal: Busca melhorar as interações familiares que interferem no tratamento, por meio da psicoeducação do paciente e de seus familiares sobre o TB, do desenvolvimento de habilidades de comunicação e de resolução de problemas.

Os pequenos também sofrem

A infância é uma época estratégica da vida do ser humano. É quando se dá um grande desenvolvimento físico, psicológico e mental, concomitantemente ao aprendizado básico indispensável para todos os que se seguirão por toda vida.
 A relevância da observação dos comportamentos e aquisições intelectuais da criança e do adolescente feita por pais e professores é imensa, mas não substitui uma avaliação médica e de especialistas em diferentes áreas, quando estes comportamentos fogem da freqüência e intensidade usuais.

Até alguns anos atrás, poucas eram as doenças mentais reconhecíveis na infância. Com o aumento das pesquisas e o incremento de estudos científicos, os diagnósticos de vários transtornos psiquiátricos em crianças e adolescentes tornaram-se possíveis e decorrentes dessa nova condição.
Aparentemente, os casos se multiplicaram numericamente e se fizeram mais conhecidos pela população em geral.

Apesar de haver poucos estudos científicos mais aprofundados na área, o transtorno bipolar também acomete crianças e adolescentes. “Nessas fases, o TB merece mais atenção, pois, diferentemente dos adultos, os sintomas podem ser atípicos, com variações entre agressividade gratuita e depressão.
O diagnóstico e o tratamento rápido ajudará a criança a ter uma qualidade de vida melhor, conseguindo fazer uma diferença na vida de todos aqueles que estão em volta dela”, informa Busin.

Segundo artigo assinado por Luiz Augusto Rohde e Silzá Tramontina, na Revista de Psiquiatria, a maior dificuldade do diagnóstico de TB entre crianças e adolescentes é a alta taxa de comorbidade com o Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH), que pode chegar a mais de 75%.
“Apesar de existirem incertezas no diagnóstico do TB em crianças e adolescentes, ele afeta seriamente o desenvolvimento e o crescimento emocional desses pacientes.
Ele está associado com altas taxas de tentativa de suicídio, dificuldades escolares, comportamento de alto risco como promiscuidade sexual e abuso de substâncias, dificuldades nas relações interpessoais, problemas legais e múltiplas hospitalizações”, afirmam os pesquisadores.

Os diagnósticos devem sempre ser realizados por médicos psiquiatras ou neurologistas em conjunto com psicopedagogos, que ao diagnosticarem e acompanharem a criança, se preocupam em dar também orientações à família e à escola.

Minimizar esses transtornos só piora suas consequências e prejudica o paciente. Somente especialistas podem afastar e esclarecer as dúvidas e não é exagero ser cuidadoso quando se trata da vida, saúde e futuro dos nossos filhos!

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