Dentes sensíveis: quais as causas e o que fazer para evitar?

A vida de quem sofre com hipersensibilidade dentária não é nada fácil. Atos simples e que deveriam ser prazerosos, como apreciar um bom cafezinho ou se deliciar com uma sopa quentinha, tornam-se verdadeiras torturas.
Entenda a seguir quais as causas desse mal tão comum entre os brasileiros, descubra como tratá-lo e dê adeus ao receio de consumir certos alimentos nos dias mais friozinhos do inverno.

As baixas temperaturas, típicas do inverno, já chegaram. E como sempre, não vieram sozinhas. A estação mais fria do ano é conhecida também por trazer à mesa uma série de quitutes que ficam um pouco esquecidos nas outras épocas do ano: fondue, chocolate quente, sopa, caldos dos mais diversos.
Hummm, dá água na boca só de pensar! No entanto, muita gente se vê obrigada a passar longe dessas delícias.
Para essa turma, basta ingerir uma pequena porção de alimentos quentes que o organismo responde, mais do que depressa, com uma dorzinha aguda e persistente que tem origem na dentição.
Se você já foi pega de surpresa por esse tipo de incômodo, fique atenta: pode ser a hipersensibilidade dental, um problema que afeta cerca de 30% da população brasileira.
“Outros tipos de estímulos, como a ingestão de alimentos gelados ou muito doces também podem despertar essa reação dolorosa que caracteriza a presença dos dentes sensíveis”, aponta o cirurgião-dentista Oscar Razuk (SP).

Quais as causas da hipersensibilidade dental?

Quando a camada protetora do esmalte do dente é corroída ou, ainda, se a gengiva recua, a dentina pode ficar exposta. Começa, então, o problema.
“Uma vez desprotegida, a dentina, que é conectada por meio de canalículos ao nervo central do dente (polpa), pode reagir com dor intensa a estímulos como frio e calor ou sentir ainda mais incômodo mediante as cáries”, esclarece o cirurgião-dentista Gabriel Lembo, diretor técnico da Simplan Implantes (SP).
Nesse contexto, existe um conjunto de facilitadores da sensibilidade dental.
Dentre eles, vale ressaltar o bruxismo (hábito de apertar e ranger os dentes), a mordida cruzada e a escovação muito forte, que causam o desgaste dos dentes e podem interferir no seu alinhamento sobre a gengiva expondo, consequentemente, a dentina.

Existem pessoas mais suscetíveis ao problema?

Estão sujeitos a sofrer com o desconforto dos dentes sensíveis aqueles que consomem bebidas e alimentos cítricos em grandes quantidades. Portanto, fique atenta: entram nesse grupo refrigerantes, frutas cítricas como abacaxi, laranja e limão, tomate, molhos para salada com vinagre, dentre outros.
Portadores de refluxo gástrico e de distúrbios alimentares, como a bulimia, também são alvos mais fáceis, pois a saliva fica carregada do ácido presente no estômago e pode causar desgaste dental.

É possível tratar o problema em casa?

Infelizmente, não. “É preciso combater a origem: as causas da sensibilidade. Do contrário, o problema volta”, garante cirurgião-dentista Osvaldo de Souza Lima Filho, da Implandent (SP).
Então, já sabe: se a hipersensibilidade der sinal, o melhor caminho é procurar um dentista que, primeiro irá levantar as causas da sensibilidade e, aí sim, indicar o tratamento adequado e até mesmo o creme dental que responderá melhor ao seu caso.
“Existem vários tipos, com ativos e ações diferentes.
O dentista poderá prescrever a opção ideal, além de orientar seu uso de forma correta”, completa Oscar Razuk.

E no consultório, como é o tratamento?

Há várias alternativas no combate aos dentes sensíveis, que atuam desde os casos simples aos mais avançados. Conheça os mais comuns:

Fluorterapia: consiste na aplicação de flúor pelo dentista, em concentrações maiores do que a presente nos produtos utilizados em casa. “O flúor atua no fortalecimento e remineralização do dente, formando uma camada protetora sobre a dentina”, esclarece o cirurgião-dentista Gabriel Lembo.
Não tem bons resultados nos casos em que o problema é originado por retração gengival.

Restauração: nesse caso, o dentista que cria uma barreira de resina (ou outro material estético) para proteger o local exposto, esteja ele na gengiva ou na parte superior do dente. É uma boa opção quando a estética também foi comprometida pelo desgaste dental ou a retração da gengiva.
Afinal, bastam pequenas aplicações de resina para corrigir imperfeições e dar um novo aspecto ao sorriso.

Laserterapia: é utilizado um laser de alta potência que causa uma espécie de derretimento da dentina. “Assim, os canalículos expostos são vedados, evitando a dor. Geralmente, é preciso refazer o procedimento a cada dois anos”, diz o Dr. Gabriel Lembo.
Recobrimento Gengival: essa cirurgia é indicada para quadros de retração gengival presente em vários dentes, esse procedimento realoca a gengiva em seu lugar de origem.
O problema é o pós-operatório, muito dolorido, e a ausência de tratamento das causas da retração, que podem levar à reincidência do problema.

Ignorar o problema pode trazer outras complicações?

A médio ou longo prazo, o paciente pode sofrer uma irritação irreversível da polpa do dente, causando infecções ou até mesmo a necessidade de tratamento de canal. Isso sem falar que, em casos mais avançados, a hipersensibilidade dificulta a higienização dental, o pode levar a cáries, inflamações na gengiva e a perda dos dentes.

Veja também:   Doenças Cardiovasculares - Alerta máximo pelo coração

*Clique na imagem abaixo para aumentar tamanho do texto, caso seja necessário.

Mais comum do que se imagina

Estudo desenvolvido na Universidade de Washington, nos Estados Unidos, aponta que uma em cada oito pessoas tem dentes sensíveis. Isto quer dizer que bebidas ou alimentos quentes, gelados, adocicados ou ácidos desencadeiam uma dor nos dentes que mais se parece com um ‘choque’.

De acordo com o cirurgião dentista Artur Cerri, muitas pessoas que têm alta sensibilidade nos dentes acabam se ‘acostumando’ com a dor por desconhecer que o problema pode ser tratado. “Os mais sensíveis sentem incômodo até mesmo quando escovam os dentes ou usam o fio dental.
Muitas pessoas ignoram essa sensibilidade desagradável porque ela não é contínua, aparecendo somente quando estimulada.
Mas essa queixa relativamente comum pode ser resolvida”, afirma o especialista.

Causas da sensibilidade

O dente é composto de três camadas: esmalte (externa), dentina (intermediária) e polpa (interna). Alguns fatores, como retração da gengiva, bruxismo ou escovação inadequada, podem desgastar o esmalte e o cemento a cobertura da raiz e, assim, expor a dentina.

A dentina é um tecido cheio de canais minúsculos. Quando fica exposta, torna-se vulnerável a estímulos produzidos por uma bebida quente ou gelada, que penetram nesses dutos.

Os dutos conduzem à polpa, onde está o nervo. É ele que percebe o calor ou o frio e comunica ao cérebro. Mas esse aviso sem importância é sempre doloroso. Os dentes mais afetados são os caninos e os pré-molares inferiores.

O mais importante é descobrir o fator causador da sensibilidade para tratar o problema. Se for cárie, é preciso fazer uma restauração; se for fratura, arrumar o dente. No caso de retração gengival, converse com seu dentista para avaliar o melhor tratamento. Os especialistas também destacaram que há no mercado pastas para dentes sensíveis.
Esses cremes preenchem os túbulos dentinários ou bloqueiam a ação do nervo.

Outras causas são:

  • Escovação com creme dental muito abrasivo.
  • Escovação incorreta e/ou quantidade exagerada de escovações (mais de 4 vezes ao dia).
  • Bebidas ácidas (como refrigerantes) que causam a erosão do esmalte e a exposição da dentina.
  • Retração gengival devido à idade ou escovação inadequada.
  • Gengivite, que pode causar retração gengival.
  • Bruxismo.
    Faz com que todos ou a maior parte dos dentes tornem-se sensíveis.
  • Procedimento de clareamento.
  • Colocação de aparelhos ortodônticos.
  • Dente lascado ou trincado, com exposição da dentina.
  • café, cigarro, vinho tinto e uma infinidade de corantes usados no dia a dia
  • E até uma simples restauração, se mal feita.

Tratamento

O primeiro passo para identificar a origem da dor é examinar a causa do problema. A principal causa está relacionada ao desgaste do esmalte dos dentes. Ao perder essa proteção, o calor, o frio e a acidez dos alimentos acabam entrando em contato com as células nervosas dos dentes através da dentina e provocando dor.

O tratamento geralmente tem início com a indicação de bochechos diários com flúor. Mas esse tipo de abordagem pode demorar até apresentar resultados favoráveis.
“O ideal é que, além de fazer uso de flúor para reduzir a sensibilidade dos dentes, a pessoa se submeta a outros tratamentos, como aplicações de flúor em gel a cada seis meses para fortalecer o esmalte ou, ainda, nos casos mais severos, o uso de um selante especial para ‘blindar’ a raiz do dente – afirma Cerri.

Seu dentista pode sugerir que você experimente um creme dental dessensibilizante, que contém compostos que ajudam a bloquear a transmissão da sensação da superfície do dente para o nervo. O creme dental dessensibilizante geralmente requer diversas aplicações antes que a sensibilidade nos dentes seja reduzida. Veja mais o que pode ser feito:

Se o creme dental dessensibilizante não aliviar o seu desconforto: seu dentista poderá sugerir alguns procedimentos realizados no consultório. Um gel de flúor, que fortalece o esmalte dos dentes e reduz a transmissão de sensações, podem ser aplicados às áreas sensíveis dos dentes.

Se a causa da sensibilidade nos dentes for a recessão gengival: seu dentista pode usar agentes que se ligam à raiz do dente para “selar” os dentes sensíveis. O selante geralmente é composto de um material plástico.

Nos casos em que a hipersensibilidade dentinária é grave e persistente e não pode ser tratada por outros meios: seu dentista pode recomendar o tratamento endodôntico (tratamento de canal) para eliminar o problema.

Veja  dicas para reduzir a sensibilidade dos dentes e evitar os episódios de dor:

Com alguns cuidados simples, você oferece aos seus dentes maior proteção contra a hipersensibilidade. A vantagem? Reduzir significativamente as chances de sofrer com essa dorzinha chata e ter de que passar longe de certas delícias. Aproveite as dicas dos especialistas e faça já a sua parte contra o problema:

Veja também:   Ilusão: uma realidade psíquica

– Utilize escovas com cerdas macias e pontas arredondadas. A escovação deve seguir sempre um movimento circular e suave, nunca horizontal e com muita pressão. Vale lembrar que é importante usar fio ou fita dental sempre antes da escovação.
 “Além de causar recessão da gengiva, a escovação muito forte provoca desgaste do esmalte, deixando a dentina desprotegida.
Para evitar os dentes sensíveis nesse caso, é preciso escovar os dentes com movimentos suaves e curtos, sem pressionar demais a escova – não é a força que vai determinar a limpeza dos dentes”, conta Ivany Kabbach.

– Evite cremes dentais clareadores e, se possível, prefira os desenvolvidos especificamente para controlar a sensibilidade dos dentes. Além disso, só use antissépticos e enxaguadores bucais com prescrição de um cirurgião-dentista.

– Fuja das soluções caseiras a base de bicarbonato de sódio. Hoje, há produtos específicos para atenuar a dor e que podem se encontrados em farmácias. Converse com seu cirurgião-dentista sobre isso

– Evite tratamentos clareadores sem indicação do cirurgião-dentista. Alguns clareadores, quando usados de forma incorreta, podem provocar feridas na boca

– Evite sucos de frutas cítricas, como laranja, limão e abacaxi. A acidez pode agravar o problema da sensibilidade. Evite também usar vinagre para temperar a salada. Refrigerantes, vinagre e outros alimentos ácidos podem agravar a sensibilidade.
“Em médio e longo prazo, esses alimentos podem acelerar um processo de desmineralização dos dentes, deixando expostas partes dos dentes que são muito sensíveis.
 Além disso, espere pelo menos 30 minutos para escovar os dentes depois de ingeri-los.
É que antes disso, o ácido os deixa mais suscetíveis ao desgaste durante a escovação.
”, explica o dentista Romano Mancusi, do Instituto Paulista de Cancerologia (IPC).

A odontologista Maristela Lobo conta que as dores poderão ficar ainda mais intensas se os dentes forem escovados logo após a ingestão desses alimentos. “O atrito da escova com a superfície atacada pelo ácido abrasiona o dente, causando ainda mais sensibilidade”, explica.
Por isso, o ideal é evitar o consumo em excesso desses alimentos.

– Consulte seu dentista sobre os benefícios da aplicação de flúor em gel, principalmente nas fases de dor aguda;

– Enxaguante bucal: A odontologista Maristela Lobo, doutora em Clínica Odontologia, conta que os enxaguantes bucais com pH ácido podem contribuir para agravar a sensibilidade dos dentes.
“O enxaguante deve ser prescrito pelo dentista e usado com cautela, uma vez que pode causar a falsa sensação de que a boca está limpa”, adverte a especialista.
“O que realmente limpa os dentes e as mucosas é o atrito das cerdas da escova e o fio dental.
”.

– Recessão gengival: Mastigação errada e escovação com muita força podem contribuir para a retração da gengiva, que deixa a parte do dente que cobre os nervos – a dentina – exposta, como explica a odontologista Ivany Kabbach. Ao notar essa recessão, é preciso procurar um dentista o mais rápido possível.
“Uma vez retraída, a gengiva não volta mais à posição original”, conta.
“Por isso, a única maneira de recuperar é através de enxerto gengival, ou seja, remover gengiva de uma área para recobrir a parte da gengiva perdida.
”.

– Uma lasquinha no dente já pode ser suficiente para tirar a proteção do esmalte e deixar a dentina exposta, aumentando a sensibilidade. Por isso, evite o hábito de abrir garrafas ou embalagens com a boca. O dente não deve ser usado como ferramenta.

– O hábito de apertar e ranger demais os dentes – bruxismo – provoca desgaste e perda do esmalte. “Esse desgaste acontece tanto no colo do dente quanto nas bordas, deixando-o mais sensível”, conta Ivany Kabbach.
Uma das maiores causas do bruxismo é o estresse, mas é possível evitar os danos que ele provoca nos dentes usando um protetor bucal especial, indicado por um dentista.

– Clareamento dental: cuidado com os produtos de efeito clareador. Sua ação abrasiva também deixa os dentes mais sensíveis. Os tratamentos para deixar os dentes mais claros só são perigosos se feitos sem acompanhamento profissional.
“O clareamento dental causa uma leve irritação nas células pulpares, que são as células que existem dentro de dente, já que este é uma estrutura viva”, conta a odontologista Maristela Lobo.
Ela lembra, no entanto, que a sensibilidade causada por essa irritação é temporária e não causa danos ao dente.

“Tanto o tratamento em consultório como o caseiro não são agressivos, desde que acompanhados por um dentista que deve ajudar na escolha do agente clareador, no número de aplicações, espaço entre cada aplicação e tempo de tratamento”, esclarece o dentista Romano Mancusi.

 Alimentos muito frios ou quentes: Quando a dentina já está exposta e, consequentemente, os nervos dos dentes ficam vulneráveis a qualquer variação brusca de temperatura.
Segundo a odontologista Ivany Kabbach, o ato de morder ou mastigar um alimento muito frio ou quente provoca alterações repentinas na polpa (nervo), o que causa irritação e dor.
Para amenizar esse problema, é preciso tratar a sensibilidade com um odontologista, que indicará produtos especiais, como flúor em gel e pasta para dentes sensíveis.

Veja também:   Dor neuropática: Ela surge sem explicação aparente, mas é real

– Antissépticos: lance mão dos antissépticos bucais, mas sem álcool. “Isso porque, em alguns casos, a substância pode causar mais irritação na dentina”, explica o Dr. Gabriel Lembo.

– Mesmo nas fases mais críticas, escove bem os dentes – ao menos duas vezes por dia – e visite seu cirurgião-dentista a cada seis meses.

*Saiba mais: clique na imagem abaixo para aumentar o tamanho do texto, caso seja necessário.

Ajudinha muito bem-vinda

Os produtos específicos para dentes sensíveis promovem o alívio da dor, muitas vezes até de maneira imediata. Isso sem falar que são ótimos coadjuvantes no tratamento. Selecionamos algumas opções (todas com preços acessíveis) para você usar diariamente:

  • Antisséptico bucal para dentes sensíveis, Sanifill.
    É livre de álcool e contém citrato de potássio, que dessensibiliza a polpa dos dentes.
  • Enxaguante Bucal Pró-Saúde, Oral B.
    Com sabor de menta e sem álcool, protege os dentes por até 12 horas.
  • Creme Dental Fresh Mint, Sensodyne.
    Ideal para dentes sensíveis, sua fórmula tem mais flúor e baixo teor de abrasividade.
  • Creme Dental Sensitive Pro-Alívio, Colgate.
    Seus componentes especiais, a arginina o e carbonato de cálcio, criam uma barreira protetora contra os agentes causadores da sensibilidade.
  • Escova Curaprox, Curaden.
    Com 5.
    460 cerdas macias, favorece uma escovação mais suave e eficaz aos que sofrem com os dentes sensíveis.
  • Escova Dental Sensitive Clean, Condor.
    Possui cerdas extra macias, que não agridem a gengiva.

 Mitos e verdades

Todo mundo sabe que para ter um sorriso bonito e um hálito refrescante é preciso cuidar de maneira adequada de nossos dentes e gengivas. Porém, muitas vezes esquecemos ou agimos de maneira errada diante deles. Para que seu sorriso não corra riscos, esclareceremos algumas dúvidas em torno da saúde bucal.

Antibiótico mancha os dentes

Dentes sensíveis: quais as causas e o que fazer para evitar? – Mito Segundo especialistas, quando os dentes já estão formados não tem como esse medicamento manchar os dentes. Essa ideia surgiu há tempos, quando os antibióticos eram administrados as crianças que estavam com os dentes em formação.

O excesso de escovação faz mal aos dentes

Dentes sensíveis: quais as causas e o que fazer para evitar? – Verdade A escovação em excesso pode trazer malefícios aos dentes por ocasionar atrito entre a escova e o creme dental. Ou seja, esses dois, em associação, desgastam a superfície dos dentes (o esmalte).
Além disso, a escovação em excesso se deve a maior frequência de ingestão de alimentos, o que também traz consequências ruins aos dentes de qualquer indivíduo.

A escova dura limpa melhor os dentes

Dentes sensíveis: quais as causas e o que fazer para evitar? – Mito A escova com cerdas duras, além de machucar as gengivas devido ao grande atrito, ainda representa um risco ao esmalte dos dentes. Dessa forma, contribuem para o aumento da sensibilidade dentária.

O enxaguante bucal substitui a escovação

Dentes sensíveis: quais as causas e o que fazer para evitar? – Mito – Diferente do que muita gente pensa, o enxaguante bucal não substitui a escovação. Somente a remoção pela técnica mecânica (escovação) em associação com o fio dental, poderá remover a placa bacteriana.

Cremes dentais para sensibilidade dentaria realmente funcionam

Dentes sensíveis: quais as causas e o que fazer para evitar? – Verdade Existem no mercado, diversos cremes dentais para dentes sensíveis. Eles possuem em sua formulação substâncias que reduzem a sensibilidade através de mecanismos de ação diferentes. Assim, independente da fórmula, eles combatem a sensibilidade dos dentes.
Esses cremes são uma ótima opção para quem sofre com o problema de dentes sensíveis.

A escovação só tem eficiência quando é feita logo após as refeições

Dentes sensíveis: quais as causas e o que fazer para evitar? – Mito Logo após comermos, é preciso esperar no mínimo 30 minutos para escovarmos os dentes. Esse é o tempo necessário para que a saliva aja, neutralizando o pH dos alimentos.

Para uma boa escovação é preciso utilizar uma boa quantidade de creme dental

Dentes sensíveis: quais as causas e o que fazer para evitar? – Mito  A associação do creme dental com a escova de dente pode desgastar o esmalte dos dentes. Assim, uma escovação eficiente, não necessita de excesso de creme dental, sendo que, em alguns casos, ele nem precisa ser utilizado.

É preciso escovar a gengiva e a língua

Dentes sensíveis: quais as causas e o que fazer para evitar? – Verdade Para que a escovação seja eficiente, é preciso escovar também as gengivas e a língua. Isso porque são nelas que a maioria das bactérias ficam alojadas. Vale lembrar que a escovação dessas estruturas deve ser diária.

Escova velha é escova “sob medida”

Dentes sensíveis: quais as causas e o que fazer para evitar? – Mito – Dos mitos citados, esse é o mais fácil de desmentir, levando em consideração que elas não são como as panelas da sua vó, as velhas não são melhores que as novas, e sim piores.
As velhas não escovam bem, estão cheias de bactérias e por estarem com as cerdas se projetando para as laterais, algumas cerdas não chegarão em alguns lugares importantes da sua boca e dentes.
Quando ela começar a ficar suja ou começar a “abrir” já é hora de trocar.

Artigos Relacionados